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Acidentes não acontecem ao acaso,
não são fatalidades, normalmente são inconscientemente construídos!
97%
tem
origem
na falha humana
e na falta dos
conhecimentos fundamentais para o exercício de uma atividade!
Se
pilotar uma moto é um risco,
sem conhecimento é desastre, com
conhecimento é só uma
ameaça!
Não importa o tempo de posse,
o que se vê na prática é sempre a repetição inconsciente dos mesmos erros, anos e anos seguidos.
Conceitos muito errados, implantados por "gênios
de escrivaninhas" do departamen to de trânsito, equivocadamente, determinam que nos circuitos de exames de habilitações práticos, sejam feitos em 2ª marcha, proibindo o uso
dos recursos da máquina como os freios; embreagem e
também criaram uma exigência em desmontar e na força muscular
empurrar a motocicleta através de um trecho balizado. Situação antagônica a
obtenção de qualquer outras licenças, o que
caracteriza um desproposito
e contra censo. Esses absurdos, acabam por limitar o tamanho das motos
em 125 Cil para os exames de habilitação.
Contudo, uma vez licenciados, se acham capacitados, e ao adquirirem uma
de maior tamanho e peso, não saberão utilizar os recursos apropriadamente,
e se tornam
sérios candidatos a acidentes.
Transtornos de stress pós traumáticos são difíceis de serem
removidos! Com o
passar do tempo, o acúmulo de
sustos ou escoriações de acidentes repetitivos do cotidiano, serão mencionados como medalhas
dessas
terríveis experiências traumáticas. E não percebem que esses tropeços nunca
se transformarão por si só em técnica de defesa e controle das suas “bonecas".
Sem consciência, não se dão conta que muitas vezes
são arrastados por "elas".
Fatalmente vão pegar medo "delas" e vão achar que precisarão de armaduras
medievais quando pensar em levá-las para passear!
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TREINOS PRÁTICOS
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Todo
e qualquer dispositivo que uma máquina possua deve e tem que ser utilizado
apropriadamente
no auxilio do controle em sua condução!
A técnica é a usada pela policia americana e ou canadense, utilizada na
instrução de policiais sendo
basicamente
dirigida à operação para motos pesadas.
E aqui não
mencionaremos em
como conduzir motos em pistas
de competições e
sim em como dominar
e
controlar as motos aplicando gr andes
amplitudes da barra do volante, até ao batente, e onde
grandes inclinações se fazem necessárias
"nas mais baixas velocidades".
A técnica consiste numa combinação da
embreagem
com o freio traseiro e uma potencia de motor imediatamente superior ao da marcha
lenta, combinação essa usada sempre que a velocidade for
inferior a
15 KM/H, associadas a uma
posição
de cabeça e uma concentração no que focar [olhar], geralmente
o caminho a seguir e nunca o solo abaixo ou
um obstáculo, nem por um segundo, ou será atraído para lá que nem
ferro para o imã!
Tombo conhecida
como Tip
Over, porem enquanto houver tração na roda traseira, a
moto não tombará!
Técnica simples! Fácil de ser assimilada!
Mas visando um progresso sem vícios, melhor seria com assistência de um piloto experiente
na modalidade! Até o modo de respiração pode evitar a
contração muscular que impede o
progresso da habilidade! O tempo para conseguirmos
sucesso em sua plenitude, varia! A prática deve
ser em pátios de áreas livres e niveladas, asfaltados,
sem nenhum obstáculo que nos preocupe nas execuções das manobras.
Um problema sério, ocorre quando
as informações sobre técnicas, são fornecidas erradamente
por instrutores "supostamente" qualificados!
Uma preocupação maior é quando pertencem ou representam entidades oficiais no
ramo do motociclismo, pois suas informações, se incorretas, tem uma influencia maléfica.
É preciso haver um intervalo nos treinos, quando a embreagem e o freio traseiro forem
utilizados em
uso continuo, essa interrupção serve para que os componentes utilizados, esfriem,
e serve também de
descanso para o condutor, ou ambos entram em condições de
over heat
ou Stress.
Evitando assim um desgaste desnecessário do material.
Nas HDs,
se a vareta que aciona o conjunto de discos da embreagem,
é deixada sem a prevista e devida folga pela manutenção e
sempre que o funcionamento da moto for alem dos 8 minutos,
inadvertidamente o superaquecimento é inevitável e um desgaste desnecessário
será independente da vontade do condutor! O cabo que
aciona a embreagem serve basicamente para ajustar a posição da alavanca na
distancia do punho. Terrível engano,
se achar que só folgando o cabo vai permitir o assentamento
correto dos discos de fricção!
Todo aprendizado,
se for relido e refeito, o fixaremos!
Se
não fizermos nada a respeito dentro de 12 horas perderemos 25% das informações; em vinte e quatro horas mais de 50% e em
seis meses 90% !
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uso
dos Freios -
Diferenças na aplicação
NÃO
INCLINE [ou desvie] - e FREIE AO MESMO TEMPO
DO NOT LEAN [OR SWERVE] - AND BRAKE AT THE SAME
TIME
a) O dianteiro -
Mas
primeiro remova a inclinação e com as rodas
alinhadas!
O seu uso, com intenção de evitar colisão.
É de extrema importância que antes de tudo retire a inclinação quando em curva e
desviando, e solte-o antes do início de uma inclinação
ou desvio. Ao usá-lo utilize os quatro dedos espremendo em ação continua,
e não socando abruptamente. O freio da frente
é responsável
por
mais de
¾
da
força e do resultado de uma frenagem
[resulta numa distancia menor] se
a roda dianteira
tentar escorregar
-
alivie a pressão e reaplique
como se fosse um ABS.
O freio dianteiro
é o indicado para uma parada eficiente
quando em
alta velocidade.
Sem o sistema ABS.
Simplesmente
use só o frontal com rodas alinhadas.
O freio traseiro, quando em alta
velocidade se usado com a finalidade
de evitar a colisão será
ineficiente pois sua atuação
é menos de
¼
na eficiência de uma frenagem,
e
ao insistir em diminuir o tempo [espaço] parando com ele,
normalmente o levará a derrapagem, e se a roda traseira bloquear
e derrapar terá que
manter a pressão no pedal
mantendo-a travada, se
deixar ela girar novamente, a roda ao procurar o alinhamento,
a moto rabeia e o expulsa do controle. Mas
para mantê-lo
equilibrado, até eliminar a inclinação causada pela derrapagem, a postura da cabeça
com o
olhar
a frente
é muito importante. Numa parada de emergência,
se souber a
utilização no uso do dianteiro, ele até pode auxiliar na recuperação
da derrapagem.
Situações inesperadas, quando pegos de surpresa, se decidir ou se assustar,
e usar os dois freios ao mesmo tempo, e caso uma das rodas inicie uma derrapagem,
vai exigir do piloto, correções distintas e antagônicas,
bastante complexo e difícil de agir corretamente mesmo para condutores
experientes
com critério e bem
formados!
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NÃO
INCLINE [ou desvie] - e FREIE AO MESMO TEMPO
DO NOT LEAN [OR SWERVE] - AND BRAKE AT THE SAME
TIME
b)
O traseiro
ou o auxiliar
-
Tem como função principal ajudar nas manobras
em baixas velocidades
abaixo de 15 km/h,
ao preceder grandes amplitudes
da
barra
do volante atingindo o seu batente, quando
grandes inclinações
também se fazem necessárias, para
executar uma manobra num determinado circuito apertado,
momento em
que a roda traseira
não pode "oscilar" livremente,
tem que estar sob domínio permanente do piloto, através de uma
aplicação combinada da embreagem em "grey
zone"
aceleração imediatamente acima
da marcha lenta e
o freio traseiro
como
"auxiliar" determinante da baixa velocidade desejável, e é o único que
permite pará-la ao mesmo tempo em que se retira a inclinação sem provocar uma
queda -
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C)
Motos com Sistema Anti Skid
[ ABS ]
mesmo sendo inteligente, a utilização é muito similar, e ao
usá-lo
com forte intensidade
irá sentir o sistema pulsar nos dedos da mão, não se assuste e não o solte, pois eles estarão fazendo a reaplicação automática!
Nesses casos o uso simultâneo é
normalmente aplicável!
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d) A distância mínima de segurança
- A distância para
o veiculo a frente, não deve ser
nunca inferior a um espaço
vazio ocupado por um veículo imaginário para cada 15 KM/H [3"] Se desprezar esse espaço mínimo, nenhuma
técnica evitará a colisão no caso à uma rápida frenagem ser necessária.
Preparar para frear quando inseguro, é mais importante do que
usar a arrogante buzina!
NÃO
INCLINE [ou desvie] - e FREIE AO MESMO TEMPO
DO NOT LEAN [OR SWERVE] - AND BRAKE AT THE SAME
TIME
counter steering
Em velocidades altas quando o
momento
angular [física] se faz sentir, quanto mais
velocidade mais na vertical a roda fica [em pé] e é também quando o
condutor despreparado se sente bem com a perigosa velocidade!
E para vencer essa força da física, ao empurrar o punho para a
frente [não baixar] em oposição a direção desejada a inclinar,
a moto inclinará e quando a desejada inclinação for atingida, redistribua o cg para os pedais, sempre focando um ponto
correto adiante do caminho a ser seguido, quando a moto se inclina permite o desvio.
Uma ação contraria quando em
velocidade baixa, [momento angular - fraco] é quando se puxa a barra do volante para o mesmo sentido da
direção desejada.
Voltando as estrada
- Onde não se tem a visão do final das
curvas, Shift the gear box
for higher rpms antes de iniciar essas
curvas, e precisando,
throttle down reduzindo a potencia utilizando esse motor como freio,
ajudando-o a manter a inclinação e o fechamento na curva,
pois o freio hidráulico nesse momento
seria desastroso, e ao acelerar favorece
levantar a moto, ajudando-a a sair das inclinações e das curvas
CLICK
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NÃO
INCLINE [ou desvie] - e FREIE AO MESMO TEMPO
DO NOT LEAN [OR SWERVE] - AND BRAKE AT THE SAME TIME
contato
blackwolfcapt@gmail.com 22
78343354 - 55*55*3622
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PARTY TIME ACDC SONG
IV -
Dicas de Normas
Técnicas

Maneira correta de como levantar motos pesadas em
caso de quedas -
Segurar o punho procurando travar
a barra no batente
e com a outra mão,
segure um
apoio
próximo
a traseira - sentando no banco de costas,
ao mesmo tempo que
levanta os braços para a altura
dos ombros
caminhe para traz
empurrando a moto
para que levante
observando a postura
da coluna - selando o
lombar.
Caixas de direção
- Se não
forem ajustadas corretamente e com sensibilidade alem de destruir os rolamentos
quando muito apertadas dificulta o equilíbrio e provoca oscilações nas curvas em
velocidades altas. Incapacita a moto de absorverem as "WEAVES" e as "WOBBLES",
[rebolar]. E quando isso acontecer, reduza a aceleração
através da rotação de imediato e não abandone o contra volante distribuindo o cg
para as pedais, não insista em acelerar pois o balanço tende a amplificar para um
progressivo perigoso e impossível de controlar. Cada modelo tem uma técnica
especifica para verificar os ajustes das caixas de direção.
Altura certa do
Windshield -
Quando
sentado na posição normal de pilotar, a base inferior do nariz do piloto deverá
estar no mesmo plano horizontal ao do topo do pára-brisas. Com isso, quando rodando na chuva alem de ter uma
visão desobstruída da estrada, ainda será alto suficiente para desviar o ar por
cima e por volta da cabeça.
Quantidade certa de óleo no
tubo do amortecedor do Garfo Dianteiro -
Se perdeu o manual do fabricante - remova
a capa - puxe a mola fora - empurre o tubo até o final do curso -
segure-o na posição vertical - coloque o óleo até um nível no qual sobrará
um espaço vazio de 14 cm para o topo do tubo, e pronto! -
vagarosamente estenda o tubo - introduza a
mola de volta, recolocando a capa e o repondo no lugar
Acréscimos
no consumo: -
Velas Gastas
ou
Filtro de ar obstruído
-
Acréscimo de consumo
5%
Carga máxima
ou
Pneus murchos
-
Acréscimo de consumo
10%
a
20%
Todos os itens 40%
máxima performance
Remapeamento da injeção
-
a Única solução para normalizar o
funcionamento das motos, devido a nossa gasolina com 25% de
álcool.
Baterias
-
Procedimento de
recarga de
baterias
auto
motivas. Ideal de recarga deve ser
lento, com até 20% da capacidade nominal da
bateria. Assim, a
bateria não se
aquecerá e a emanação de gases será menor. Durante a recarga observe os
respiros quanto à ocorrência de emanação de gases ou vazamento de eletrólito. Observe também o aumento da temperatura não deve ultrapassar 52°C. Caso
qualquer uma dessas condições seja observada, reduza a corrente utilizada, ou
interrompa temporariamente o processo para a estabilização da temperatura. Se os
fatores persistirem substitua a
bateria,
pois pode haver curto-circuito interno ocasionando superaquecimento.
Em intervalos regulares de 1 hora ou menos, movimente ou incline a bateria para
homogeneizar o eletrólito. Baterias abaixo de 11.8 V. estão totalmente
descarregada, levam algum tempo para reagir e mostrar que estão aceitando carga.
Baterias em estado de repouso,
12.8 = 100%; 12.6
=
75%;
12.3
=
50%;
12.0
= 25%;
11.8
=
0%
Coloque o voltímetro em paralelo com a
bateria e acelere o motor,
se a
tensão for maior que 14.4V
- substitua o regulador de tensão e se necessário, o
alternador. Não permita que a tensão durante a carga ultrapasse 16V.
Carga normal De 13.8V a 14.2V
Carga de manutenção. = 13.6V
Fuga de Corrente Desligue todos os consumidores e posicione um amperímetro em
serie com a Bateria. Caso a corrente de fuga seja superior a 20 mA... Retire um
a um,
os fusíveis até
detectar o circuito responsável pela fuga,
e corrija a
falha.
PNEUS
“
58H “ 58 =
correspondente à 236 KG
e H =
máxima de 200 KM/H
“
150 / 80 – 16 “ Largura
em Centímetros / Altura em % da largura – Aro da roda.
Pneus com rodagem em nível do TWI e trafegando com chuva abundante, ter
em mente que escorregar é bem diferente de aquaplanagem.
Em veículos [ motos ] com pressão dos pneus perto dos 35 PSI,
a aquaplanagem [
V=9√P
] Ocorre numa velocidade próxima e acima de 95 KM/ H. Portanto havendo
lâmina de água no asfalto reduza a velocidade para valores inferiores,
imediatamente!
EM CASOS DE ACIDENTE E
NECESSITANDO ASSISTÊNCIA DENTÁRIA OU CIRURGIA BUCO FACIAL PROCURE A
SOLUÇÃO COMPETENTE EM -
click RISO VISUAL
Primeiros
Socorros
Antes de tudo verificar se a pessoa não apenas está dormindo ou chocada !
Avaliação primária Vias Aéreas e Coluna Cervical
Respiração e Circulação
Hemorragia e Controle de choque
Nível de consciência
Exposição e Proteção
Avaliação Neurológica ( converse ; nome ; telefone ; endereço ; etc )
Inconscientes
Pupilas Normais significam ----------------oxigenação presente
Pupilas diferentes ( uma normal , outra dilatada ) -------------- significam
lesão neurológica
Pupilas dilatadas (Midríase ) ---------------significam parada cárdio
respiratória a mais de um minuto , podendo haver lesão neurológica .
Avaliação Secundária Extensão dos ferimentos - Perda sanguínea
PCR --------------- Parada Cardio Respiratória
RCP -------------- Ressuscitação Cardio Pulmonar
Chamar por recursos para-médicos Na ausência de trauma cervical ou
craniano , colocar a pessoa em decúbito dorsal em superfície plana , estendendo
a cabeça e levantando o queixo retirando qualquer corpo estranho da boca ,
realizar 2 ventilações , executar 30 massagens na freqüência de 100 por min ,
repetir 2/30 , verificar pulso , ou aproxime o ouvido da boca . A massagem
cardíaca garante 30% do fluxo cerebral .
Bicicletas -
As dimensões dos Quadros devem cumprir determinadas exigências já
estudadas cientificamente
e que consta em literatura a respeito. O plano
horizontal do banco deve estar a 88 % de valor da entre perna do homem e a 85 %
do da mulher. A medida é feita sem sapatos, e terá o valor da junção superior
das duas pernas ao solo. A diferença nas medidas para o valor do quadro é
devido à estrutura da bacia óssea do corpo humano. A medida é tirada a partir
do eixo do movimento central à barra superior. Em consideração a essas
referências, a altura [em cm] do quadro deverá ser de 66 % para homens
e 63 % para mulheres. Esta altura deverá ser medida a partir do Eixo Central até
o Centro da Barra Horizontal. Não esquecer de levar em consideração
fabricações diferentes das Standard, onde , pôr exemplo, pode ocorrer, ser o
tubo vertical um prolongamento bem acima do tubo Horizontal, impedindo, com
isso, um posicionamento correto do selim. O posicionamento errado do ciclista
vai causar dores desconfortáveis acima de trinta a quarenta kilometros, nos
percursos!
Para quadros de valor entre 51 à 55 cm, o Braço Manivela recomendada é de
170 mm. Menores de 50 recomenda-se 167,5 mm e para maiores de 56 recomenda-se
172,5 mm. O plano horizontal da barra transversal [guidon] deve ficar a 5 cm
abaixo do plano horizontal do banco e o Avanço médio será de 120 mm, pois dessa
forma deveremos ficar com uma distância da ponta do banco à barra transversal,
de igual valor (mesmo) do quadro. Não esquecer de posicionar o selim
corretamente na posição, no sentido longitudinal, antes da verificação. O
selim deverá correr nos trilhos longitudinalmente, até que o joelho dianteiro
do ciclista fique numa vertical imaginária que passe pelo eixo do pedal, quando
a manivela estiver na horizontal. O apoio do pé no pedal deverá se dar pelo eixo
dianteiro do pé (joanete). A correta observação das relações acima permitirá a
visão do eixo do cubo da roda da frente pôr trás da barra, quando segurando na
parte transversal (topo), e pela frente da mesma, quando segurando na curva
frontal da barra (posição de velocidade). Quando apoiado nas manetas de freios,
o eixo ficará escondido pôr traz da barra. A barra transversal deverá ser
proporcional aos ombros do ciclista. As rodas com maiores números de
cruzamentos de raios são mais macias que as que usem raios retos do cubo ao aro.
As com maiores números de raios são para ciclistas pesados, e ainda oferecem a
vantagem de desalinhamento menor, na quebra de algum raio. Rodas com cruzamentos
superiores a 3 ficam mais complicadas na hora de reposição de um raio
(manutenção) Para pessoas
mais velhas e ou pesadas e também com problemas de coluna [lombar], escolha
relação traseiras
maiores
de
engrenagens e
pneus de medida maior.
O Ciclista -
deve observar a
velocidade e o
giro de
perna a fim de
melhor percorrer determinado trajeto. Para uma mesma velocidade a ser
comparada, uma rotação alta de perna aumenta o batimento cardíaco.
E para
rotações acima de 110 a oxigenação muscular passa a ser deficiente. uma
rotação lenta, exigindo força, satura a musculatura. Existe, portanto, um meio
termo ideal que devemos buscar na relação de engrenagens a fim de manter uma
rotação de
perna de mais ou menos 90
giros
por minuto. Este método favorece ao ciclista,
manter seu batimento cardíaco dentro da faixa aeróbica.
A
faixa aeróbica baixa corresponde a 65% do batimento máximo da pessoa em questão, enquanto que a alta corresponde a 90% do mesmo batimento máximo. O batimento
máximo é obtido pela diferença da constante de 220 menos a idade, para homens e
constante de 226, para mulheres.
O batimento de reserva determina, na prática, o estado físico do
indivíduo. Este batimento é determinado tirando o
básico do
máximo achado,
sendo o básico a pulsação medida na condição de repouso horizontal. Batimento de
Reserva vai servir também como fator divisório da faixa baixa e alta. A
aproximação para os 65% indica despreparo do atleta, enquanto a aproximação para
o lado 90% indica boa condição física. A faixa de aquecimento de um exercício
consiste em manter uma movimentação de no mínimo 10 min. em 55%
a 65%. Após um período
de treinamento, são necessários 5 min. para desaceleração nos mesmos 55%a
65%. A faixa
aeróbica baixa serve para manter um condicionamento físico já existente e
a alta podemos dividir em duas. Até 80% podemos progredir uma condição e a
de 80% a 90% onde ganhamos resistência. O batimento acima de 90% fica
limitado a um pequeno tempo, sob pena de um colapso
coronário e
muscular. A volta à faixa
aeróbica é necessária para oxigenação.
É
importante se manter hidratado. Ingerir 1 lt. a cada hora.
Para manter um bom funcionamento do corpo é necessário um alimentação balanceada
em 20% de gordura + 20% de proteína + 60% de carboidrato. O corpo consegue
armazenar 2000 calorias das quais começamos a queimar em média , 400/500 por
hora a partir da primeira. No caso de câimbras seguidas, consulte a
possibilidade de uma ajuda com suplemento de cálcio e magnésio.
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